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COMUNICAÇÕES

Portucalense estuda combate à doença de Alzheimer

O Instituto de Desenvolvimento Humano Portucalense (INPP) está a desenvolver uma investigação no âmbito da doença de Alzheimer, que pretende estudar a combinação do treino cognitivo, com a técnica ETCC, para minimizar ou reverter os efeitos do declínio cognitivo.
 
Atualmente, a demência afeta 6,3 milhões de pessoas em toda a Europa, apresentando uma estimativa de prevalência de 23,7% em pessoas com mais de 85 anos de idade. Para Jorge Leite, diretor do INPP, estas estatísticas são alarmantes e devem acelerar a prioridade clínica de iniciar a terapêutica da doença o mais próximo possível do início dos sintomas, sobretudo quando em Portugal 18,2% da população possui 65 anos ou mais.
 
"A doença de Alzheimer representa mais de 70% de todos os tipos de demência, e possui um longo estágio prodrómico apelidado de défice cognitivo ligeiro (DCL). Nem todos os indivíduos com DCL desenvolverão a doença de Alzheimer, mas vários estudos sugerem que as pessoas com DCL (especialmente o tipo amnésico) são mais propensas a desenvolver demência”, explica o investigador.
 
“Atualmente, as intervenções de treino cognitivo e estimulação transcraniana têm obtido bons resultados na prevenção e no retardamento da progressão da doença. Por exemplo, um programa de treino cognitivo, com sessões de 60 minutos, três vezes por semana durante seis meses, foi capaz de induzir uma melhoria significativa no funcionamento cognitivo em pessoas com DCL.”
 
Partindo da premissa que o uso do treino cognitivo em idosos pode minimizar ou reverter os efeitos do declínio cognitivo associados à idade, a investigação liderada pelo INPP apresenta uma proposta em que o treino cognitivo consiste numa tarefa de adaptatividade “dual n-back”, com efeitos de transferência para outros domínios cognitivos.
 
“ETCC é outra técnica que é capaz de melhorar o funcionamento cognitivo em pacientes que sofrem de DCL. Uma sessão única de ETCC anodal foi capaz de melhorar o desempenho cognitivo, ao nível de controles, com uma redução significativa na hiperatividade pré-frontal relacionada à tarefa e "normalização" das redes neuronais em repouso. O que não é conhecido é o efeito da combinação de ambas as técnicas em pacientes com DCL. Para isso, a nossa proposta é realizar um estudo duplo-cego, paralelo, randomizado, avaliando os efeitos da combinação de treino cognitivo com ETCC (ativa ou placebo). Além disso, planeamos usar as alterações a nível de EEG, nomeadamente, de decréscimo ao nível do poder de beta, para direcionar a nossa intervenção, estudando a validade do uso desta intervenção, bem como do seu potencial uso enquanto preditor de resultados para futuros ensaios”, adiantou Jorge Leite.
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Larus em empreendimento de luxo no Sri Lanka

A empresa portuguesa de mobiliário urbano Larus Design, que se tem distinguido internacionalmente pela inovação em design, irá mobilar os espaços públicos do Keells Waterfront, o maior empreendimento imobiliário da cidade de Colombo no Sri Lanka, com dissuasores “Vesúvio” desenhados pelo arquiteto Alcino Soutinho (1930-2013).

Os dissuasores “Vesúvio” irão proteger os passeios pedonais da invasão ilícita dos veículos automóveis, “sem imporem uma presença excessiva quer formal, quer física, propondo-se a face rampeada para o lado praticável por peões e a aresta mais agressiva para o lado do trânsito mecânico”, explica Pedro Martins Pereira, CEO da LARUS.

Pela sua composição arquitetónica e dimensão, o Keells Waterfront é um projeto inédito no sudeste asiático, integrando um hotel de seis estrelas, um shopping, residências de luxo e escritórios, assumindo a identidade de “uma cidade dentro de uma cidade”. A empresa multinacional de arquitetura Balmond Studio é a responsável pela execução deste empreendimento, que estará concluído em 2019.

A Larus é reconhecida internacionalmente por desenvolver soluções de mobiliário urbano inovadoras. A partir da fábrica em Albergaria-a-Velha, a Larus mobila cidades como Lisboa (Parque das Nações, Ribeira das Naus, Alta de Lisboa), Porto (Serralves, Avenida dos Aliados), Madrid (junto à Praça de Cibeles), Casablanca (Medina de Casablanca) Santiago de Compostela (Cidade da Cultura), Luanda (Baía de Luanda e Ilha do Cabo), Génova, Antuérpia, Londres, Dubai, Macau, entre outras.

 

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OLI lança autoclismo inovador

A empresa portuguesa OLI deu mais um passo importante para a sustentabilidade hídrica, ao apresentar um novo autoclismo (OLI74 Plus)que permite a ligação do autoclismo a uma segunda rede de abastecimento de água.

Assim, com este autoclismo torna-se possível, por exemplo, utilizar um reservatório de águas pluviais para as descargas, em alternativa à água potável, cada vez mais escassa e cara.

A utilização de águas pluviais nos sistemas de instalação sanitária é uma resposta à necessidade de redução do consumo de água no espaço de banho. As recentes previsões das Nações Unidas indicam que em 2030 haverá um défice hídrico de 40% em todo o mundo, sendo urgente adotar novos padrões de consumo, sobretudo no WC, responsável por 33% do consumo doméstico.

O OLI74 Plus, com duas torneiras de enchimento de água,foi desenvolvido no último ano pelo centro de Investigação e Desenvolvimento da OLI, em Aveiro, e incorpora a tecnologia patenteada Hydroboost e Azor Plus.

Fabricado em polipropileno, material altamente resistente, o OLI74 Plus permite ajustar o volume de descarga de água até aos seis litros edispõe de quatro acionamentos – ‘no touch’, eletrónico, pneumático e mecânico.

Esta solução decorre da inovação que define o ADN da OLI, que atualmente tem 47 patentes ativas e está entre as empresas portugueses que mais patenteiam na Europa.

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