PT // EN // ES      

Embaixador de Itália visita OLI

O Embaixador de Itália em Portugal, Giuseppe Morabito, visitará a sede da OLI - o maior produtor de autoclismos da Europa do sul -, em Aveiro, no dia 18 de fevereiro, às 15h.

O embaixador irá conhecer a fábrica que trabalha 24h por dia, sete dias semana e produz diariamente 28 mil mecanismos e 7.800 autoclismos, exportados para 70 países dos cinco continentes. A unidade industrial é uma das mais inovadoras e eficientes do país e foi distinguida em 2013 com o Prémio Kaizen Lean, na categoria “Excelência na Produtividade”.

O centro de Inovação e o laboratório integram também a visita. Atualmente, a OLI tem 40 patentes ativas na Europa e é a empresa em Portugal que mais patenteou na Europa, nos últimos dois últimos anos. Diariamente, uma equipa de 20 colaboradores estuda novas soluções, em conjunto com universidades e centros de investigação. O laboratório testa todos os produtos com diferentes tipos de água - potável, chuva, calcária e marítima.

Esta visita oficial reflete a importância da inovação da OLI na indústria luso-italiana, na criação de soluções de banho hidricamente sustentáveis e inclusivas. Itália é um dos principais países de exportação da empresa. Em 2015, o crescimento no mercado italiano foi de 14%.

Em Portugal e em Itália, a OLI integra um total de 400 colaboradores e regista uma faturação superior a 57 milhões de euros. As relações económicas bilaterais com Itália intensificaram-se a partir de 1993 com a integração no Grupo Fondital, sediado em Bréscia. O grupo italiano atua em quatro setores de atividade - aquecimento, fundição em alumínio, metalização em plásticos e redes de esgotos e águas -, tem 2600 colaboradores e fatura anualmente cerca de 807 milhões de euros.

Sobre a OLI:
A OLI é líder ibérica na produção de autoclismos e está sediada em Aveiro. Exporta 80% da produção para 70 países dos cinco continentes. Em 2014, registou um volume de negócios na ordem dos 57 milhões de euros. Atualmente, a empresa integra 400 colaboradores em Portugal e Itália. A fábrica trabalha ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana, e tem uma produção diária de cerca de 7800 autoclismos e 28 mil mecanismos que são exportados para 70 países dos cinco continentes. É a única empresa portuguesa a produzir autoclismos interiores. Em 2012 venceu o “Prémio Kaizen Lean”, do Instituto Kaizen, na categoria “Excelência na Produtividade” pela eficiência operacional. A distinção reconhece a melhoria contínua e a inovação dos processos da OLI que se tornou uma referência mundial e uma marca de excelência.[...]

Dirk Niepoort na Portucalense

Dirk Niepoort, enólogo e produtor, esteve na Universidade Portucalense (UPT) a falar do futuro do Douro, onde se mostrou preocupado com o facto de o vinho do Porto estar a ser vendido na Europa abaixo do preço de custo e defende que é necessário travar o excesso de produção para defender a notoriedade da região demarcada.

Para o Niepoort, o Douro deve ser associado ao vinho do Porto, ao vinho de mesa e ao turismo. “É a zona mais bonita do mundo. Há um excesso de beleza. Temos de trazer para aqui mais pessoas, saber receber bem e apostar numa cozinha regional boa”.

Face ao desafio da internacionalização que se coloca ao setor, Dirk Niepoort considera: “podia fazer-se melhor do que se está a fazer, mas não nos podemos esquecer que começámos tarde. O salazarismo destruiu o país ao não incentivar a exportação. Tínhamos produtos excelentes, anónimos, vendidos a um preço muito baixo. O país esteve fechado e sem dinheiro durante muitos anos e esse passado paga-se”.

Como “otimista racional”, acredita que existe um enorme potencial de crescimento. “Portugal é um tesouro fantástico. Temos 450 castas e não há muitos países no mundo com estas características, talvez só a Grécia e a Arménia. É também muito positivo para o país ter vinhos com personalidade”.

Defendeu que “a natureza é que faz o vinho” - e não os ‘winemakers’- e que a função do produtor e enólogo é “respeitá-la”. Revelou que gosta de ouvir as pessoas mais velhas. “Estudar é importante, mas temos de conciliar os conhecimentos de hoje, que são excelentes, com a experiência e o conhecimento empírico dos mais velhos”.

Dirk Niepoort representa a quinta geração de uma família holandesa ligada à produção do vinho do Porto. É o responsável pela aposta da marca na produção de vinhos de mesa, na diversificação das regiões de produção (Bairrada e Dão) e na exportação para novos mercados internacionais. A partir de 2009, as vendas de vinho de mesa da Niepoort superam as vendas de vinho do Porto, revelando o êxito da estratégia de negócio. A empresa mantém-se cem por cento familiar e continua a direcionar-se para nichos de mercado.

O enólogo e produtor foi o orador do seminário “O futuro do Douro” que encerrou a 1ª edição do Short Master em Escanção – Especialidade de Vinhos, no último dia 18 de janeiro.[...]

Larus leva Daciano da Costa ao Porto

A Larus, empresa portuguesa de Design Urbano, mobilou a “nova” Avenida Gustavo Eiffel, no Porto, com uma linha de mobiliário urbano desenhada por Daciano da Costa (1930-2005), arquiteto, professor e pioneiro do design industrial em Portugal.

A marginal ribeirinha, entre as pontes Luís I e Dona Maria, foi equipada com bancos com costas e sem costas, cadeiras e bebedouros da linha “Sueste” de Daciano da Costa. Uma “família de objetos com uma referência de base: o muro caiado, podendo ser lidos como ‘prolongamento’ da paisagem urbana e rural, refletindo a qualidade plástica da arquitetura vernacular, indo ao encontro das necessidades de uso e de fruição”, nas palavras do autor.

Para além da linha Sueste, a Larus instalou nesta zona de descanso papeleiras “Sac” e grelhas de proteção de árvores “Alta C”.

Este projeto de requalificação à superfície foi liderado pelo arquiteto Manuel Fernandes Sá e contemplou a criação de varandas, ciclovias, zonas de estadia e baías de estacionamento e a substituição da iluminação.
Pedro Martins pereira, fundador da Larus, revela que “se procurou valorizar o espaço público, no sentido de aumentar a frequência e a qualidade da fruição da população, dando uma nova vida a uma das zonas mais emblemáticas da cidade do Porto, hoje uma das mais importantes cidades turísticas da Europa”.


Sobre a LARUS:
A LARUS é a marca portuguesa de mobiliário urbano com os mais importantes prémios nacionais e internacionais e, em 2011, foi considerada a melhor empresa europeia na implementação do Design pelo Centro Europeu de Design. A originalidade e a diversidade das suas soluções resultam de uma estreita colaboração com os maiores nomes da Arquitetura e Design nacional. Siza Vieira, Souto Moura, Daciano da Costa, Alcino Soutinho, Henrique Cayatte ou Francisco Providência. A LARUS conta 22 anos de história e tem hoje uma presença internacional em Espanha, Reino Unido, Bélgica, Alemanha, Angola, França, Roménia e Marrocos.[...]

OLI quer crescer 15% em Espanha

A OLI, líder ibérica na produção de autoclismos, aposta nas últimas patentes de eficiência hídrica e em Álvaro Siza Vieira, Prémio Pritzker 1992, para crescer 15% em Espanha até 2020.

A empresa portuguesa, que mais pedidos de patentes apresentou no Instituto Europeu de Patentes nos últimos dois anos, acredita que o investimento em inovação alavancará o seu crescimento na construção nova e na reabilitação urbana do país vizinho, em particular no setor da hotelaria e da restauração, em que o consumo de água e o design são fatores determinantes.

Para desenvolver este projeto de expansão num dos mercados da construção mais competitivos da Europa, a OLI investiu na criação de uma nova direção comercial para o país vizinho liderada por José Maria Vives e na participação em mostras de referência. Entre 1 e 5 de fevereiro, apresentará as novidades em Valência, na feira internacional Cevisama.

No certame estarão em destaque a “Trumpet” desenhada por Álvaro Siza Vieira e o “OLI 120 Plus”, um novo autoclismos que vem revolucionar o consumo de água e a ‘performance’ acústica do espaço de banho.

A placa de comando “Trumpet” é inspirada no pistão de um trompete e recria o virtuosismo das artes. Reúne design, funcionalidade e sustentabilidade ao utilizar o sistema de acionamento pneumático, uma fonte de energia limpa.

O autoclismo “OLI 120 Plus”, resultado de cinco anos de investigação, integra as soluções patenteadas “Hidroboost” e “Azor Plus”. O “Hidroboost” é um sistema autossuficiente que gera e armazena a energia a partir da água que enche o depósito do autoclismo, dispensando a ligação à rede elétrica ou a substituição de pilhas. A “Azor Plus” é uma torneira de bóia silenciosa e exclusiva de poupança de água com um sistema de abertura retardada.

Nos últimos cinco anos, a OLI investiu 10 milhões de euros em Investigação e Desenvolvimento. Atualmente, tem 40 patentes ativas e exporta 80% da produção para 70 mercados dos cinco continentes.

Sobre a OLI:
A OLI é líder ibérica na produção de autoclismos e está sediada em Aveiro. Em 2014, registou um volume de negócios na ordem dos 57 milhões de euros. Atualmente, a empresa integra 400 colaboradores em Portugal e Itália. A fábrica trabalha ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana, e tem uma produção diária de cerca de 7800 autoclismos e 28 mil mecanismos que são exportados para 70 países dos cinco continentes. É a única empresa portuguesa a produzir autoclismos interiores. Em 2012 venceu o “Prémio Kaizen Lean”, do Instituto Kaizen, na categoria “Excelência na Produtividade” pela eficiência operacional. A distinção reconhece a melhoria contínua e a inovação dos processos da OLI que se tornou uma referência mundial e uma marca de excelência.[...]

Vencedores do Prémio Ibérico Larus 2015

O Prémio Ibérico Larus Design 2015 atribuiu três galardões e três menções honrosas a designers, arquitetos e estudantes portugueses e espanhóis, nas áreas do mobiliário urbano, equipamento lúdico e projeto académico, numa cerimónia que decorreu na Casa de Serralves, no Porto, no dia 30 de outubro.

Alaister Faud-Luke, professor da Aalto University, Finlândia e conferencista convidado do evento, apelou a um “Design mais próximo do cidadão, amigo do ambiente e sustentável”. O arquiteto paisagista considerou que “o espaço público mudou, sendo um grande desafio para o Design. As transformações aceleradas que vivem hoje as cidades, devem envolver não só arquitetos ou designers, mas também os cidadãos na intervenção do espaço público”. Nesse sentido, o autor defendeu um codesign ou um design participativo. “Os espaços públicos precisam de discussão e todos podemos contribuir para ela, ainda que em diferentes escalas. O Design deve motivar-nos à nossa autonomia”.

A cerimónia contou também com as intervenções de Pedro Martins Pereira, Presidente da Larus, que explicou como a Larus trabalha diariamente “O Design como Criação de Valor”, e Gloria Escribano Tizziani, Coordenadora Geral da Bienal Ibero-Americana de Design, que apresentou os projetos que estão a ser desenvolvidos pela bienal.

O júri do Prémio Ibérico Larus 2015 anunciou três vencedores e três menções honrosas.

Vencedores:

Categoria 1 – Projeto Académico
“Hendrix Chair” da Universidade de Coimbra e da autoria de António Costa do Vale, José Ferreira de Almeida, João Goulão e Rodrigo Moreira Melo.

“Hendrix Chair”, inspirada na frase de Jimi Hendrix “mais cor nas ruas”, é uma cadeira que “proporciona à pessoa que se senta um momento divertido e único. É composta por duas únicas peças de aglomerados de borracha, aproveitados de pneus e solas de sapatos em conjunto com misturas de silicone, dando-lhe uma maior flexibilidade.”

Categoria 2 – Equipamento/Linha: Subcategoria Mobiliário Urbano
“Aranha” do Porto Urban Mob e da autoria de João Paulo Garrido.

“Quatro varões de aço elevam um assento, uma floreira, uma luz indireta. Combina o uso de materiais robustos e duráveis com um desenho delicado. Possui uma imagem moderna e simples, capaz de inserir-se harmoniosamente na envolvente. A opção pela solução estrutural mista de aço e betão permitiu a concepção de mobiliário em betão mais leve. A sua disposição no espaço pode ser alterada ao sabor do tempo. Aranha, uma família de seres urbanos para as cidades modernas”.

Categoria 2 – Equipamento/Linha: Subcategoria Equipamento Lúdico
“Talk Box” da ACL+ACB e da autoria de Ana Barbosa e António Cruz Lopes.

“Esta peça surge no âmbito da Capital Europeia da Cultura - Guimarães 2012, explorando o significado e o papel das namoradeiras medievais nas casas e palácios da cidade. O conceito da “Talk Box” apresenta-se como sendo caracterizador de um objecto de apoio à estruturação do espaço público e aproximação da cidade ao Homem. Um elemento icónico que permite uma fácil adaptação de atividades culturais e lúdicas com o espaço exterior, sendo a associabilidade destas caixas, o mote impulsionador para a criação de diferentes modos de interação sociocultural.”

Menções Honrosas:

Categoria 1 - Projeto Académico
“Ecotri” do Instituto Europeo de Diseño de Madrid e da autoria de Luis Guemes, Luis Pacual e Rocío Cuadra.

“Um novo modelo de micro-hotel, itinerante, colocado em espaços urbanos emblemáticos e abandonados e que vai mudando de local, em função das zonas mais concorridas das cidades em cada época do ano”.

Categoria 2 – Equipamento/Linha: Subcategoria Equipamento Lúdico
“playLand” da Likearchitects e da autoria de Diogo Aguiar, João Jesus e Teresa Otto.

“É conjunto de três intervenções insufláveis e coloridas criadas para o imaginário infantil, no espaço público de Paredes de Coura, recorrendo a boias de praia para construir um Lego à escala humana. Estas construções temporárias formalizaram-se em três diferentes momentos: um anfiteatro informal que serviu de palco para espetáculos infantis como teatro de rua, concertos, circo, etc.; uma torre cilíndrica para as crianças explorarem que se impôs no território; e uma pequeno pavilhão em formato túnel, para atravessamento e habituais correrias dos mais pequenos.”

Categoria 2 – Equipamento/Linha: Subcategoria Equipamento Lúdico
“Banco Cultural” do Atelier Santos y Mera Arquitectos e da autoria de José Carlos Rodríguez.

“Um banco versátil e uma biblioteca ao ar livre, construídos com cascos em madeira de embarcações tradicionais. Um banco que permite, por debaixo dos assentos, depositar livros, e revistas para os usuários lerem, disfrutando do ar livre e da natureza. Para além de poder ser um banco e uma biblioteca, pode ainda ser, em determinados momentos, um pequeno teatro improvisado para representações. A estrutura principal permite a todo o elemento balancear suavemente.”

O júri foi presidido por Francisco Providência, Professor na Universidade de Aveiro e Designer, e constituído por Glória Escribano, Coordenadora Geral da Bienal Iberoamericana de Design, Lígia Lopes, designer e professora na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Pedro Feduchi, Arquiteto no Estudio de Arquitetura Pedro Feduchi e Pedro Silva Dias, Designer e professor na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

O Prémio Ibérico Larus nasceu em 2011 e destina-se a distinguir anualmente projetos em duas categorias - Projeto Académico e Equipamento/Linha nas subcategorias: Mobiliário Urbano, Equipamento Lúdico e Arte Pública. É o primeiro e único prémio ibérico de Design Urbano reconhecido publicamente que promove autores, profissionais de design, empresas, entidades públicas e estudantes de Portugal e Espanha.

O objetivo do galardão é valorizar trabalhos com um impacto social e económico positivo no urbanismo das cidades e na qualidade de vida dos cidadãos, promovendo o conhecimento, a qualidade, a originalidade e a inovação e alavancar a internacionalização das carreiras profissionais e dos negócios das empresas.

O “Prémio Ibérico Larus - Design” resulta da política de Responsabilidade Social do Grupo Larus (detentor das marcas Larus e Alba) e traduz a sua gestão ética, comprometida com o desenvolvimento social e económico e a cidadania ativa.

Sobre a LARUS:
A LARUS é uma marca portuguesa de mobiliário urbano com os mais importantes prémios nacionais e internacionais e, em 2011, foi considerada a melhor empresa europeia na implementação do Design pelo Centro Europeu de Design. A originalidade e a diversidade das suas soluções resultam de uma estreita colaboração com os maiores nomes da Arquitetura e Design nacional. Siza Vieira, Souto Moura, Daciano da Costa, Alcino Soutinho, Henrique Cayatte ou Francisco Providência. A LARUS conta 22 anos de história e tem hoje uma presença internacional em Espanha, Reino Unido, Bélgica, Alemanha, Angola, França, Roménia e Marrocos.[...]

Larus premeia Design Ibérico

No próximo dia 30 de outubro, às 17h30, na Casa de Serralves, Porto, serão distinguidos os melhores projetos de Design Urbano realizados em Portugal e Espanha, no âmbito do Prémio Ibérico Larus Design 2015.

Alaister Faud-Luke, professor da Aalto University, Finlândia, e autor mundialmente reconhecido pelas obras “Design Activism” e “The Eco-Design Handbook”, é o orador convidado. 

O tema em debate “Re[in]forming [civic] spaces: Experiments in conviviality and vitality” abordará conceitos como originalidade, usabilidade, adaptabilidade, experiências, interações e espaços públicos, sociais e cívicos.


Alaister Faud-Luke, arquiteto paisagista de formação, defende que o Design: “deve motivar as pessoas a mudar as suas perspetivas e comportamentos, a potenciar a autonomia e a autossustentabilidade e a oferecer soluções para necessidades reais. Precisamos de imaginar/perspectivar possibilidades de vida e de trabalho mais resilientes. Precisamos de uma transição radical”.


A cerimónia contará ainda com as intervenções de Pedro Martins Pereira, Presidente da Larus, Gloria Escribano Tizziani, Bienal Ibero-Americana de Design, e Francisco Providência, Presidente do Júri do Prémio.


O Prémio Ibérico Larus nasceu em 2011 e destina-se a premiar anualmente projetos e equipamentos de mobiliário urbano desenvolvidos em Portugal e em Espanha. É o primeiro e único prémio ibérico de Design Urbano reconhecido publicamente que promove autores, profissionais de design, empresas, entidades públicas e estudantes. As candidaturas podem integrar duas categorias: Projeto Académico e Equipamento/Linha, e esta última com as subcategorias: Mobiliário urbano, Equipamento lúdico e Arte Pública.


O objetivo da iniciativa é valorizar trabalhos com um impacto social e económico positivo no urbanismo das cidades e na qualidade de vida dos cidadãos, promovendo o conhecimento, a qualidade, a originalidade e a inovação e alavancar a internacionalização das carreiras profissionais e dos negócios das empresas. O “Prémio Ibérico Larus - Design” resulta da política de Responsabilidade Social do Grupo Larus (detentor das marcas Larus e Alba) e traduz a sua gestão ética, comprometida com o desenvolvimento social e económico e a cidadania ativa.

As inscrições para o evento são gratuitas e estão abertas até 28 de outubro através do endereço de email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou do número de telemóvel 966860679.


Programa:
17h30 I Abertura
Pedro Martins Pereira, Presidente da Larus
Gloria Escribano Tizziano, Bienal Ibero-Americana
17h50 I Re[in]forming [civic] spaces: Experiments in conviviality & vitality
Alastair Fuad-Luke, Aalto University, Helsinki, Finland
18h30 I Entrega de Prémios aos vencedores do Prémio Ibérico Larus 2015
Francisco Providência, Presidente do Júri
19h I Porto de Honra

Sobre a LARUS:
A LARUS é uma marca portuguesa de mobiliário urbano com os mais importantes prémios nacionais e internacionais e, em 2011, foi considerada a melhor empresa europeia na implementação do Design pelo Centro Europeu de Design. A originalidade e a diversidade das suas soluções resultam de uma estreita colaboração com os maiores nomes da Arquitetura e Design nacional. Siza Vieira, Souto Moura, Daciano da Costa, Alcino Soutinho, Henrique Cayatte ou Francisco Providência. A LARUS conta 22 anos de história e tem hoje uma presença internacional em Espanha, Reino Unido, Bélgica, Alemanha, Angola, França, Roménia e Marrocos.[...]

OLI apresenta inovação

A OLI, líder ibérica na produção de autoclismos, reforça a sua liderança ao nível da inovação com a apresentação de um novo autoclismo que vem revolucionar o consumo de água e a acústica do espaço de banho.

Chama-se “OLI 120 Plus” e será lançado na quinta edição da “Semana Aberta” que se inicia este sábado, dia 10, e termina a 17 de outubro, na sede da empresa, em Aveiro.

O “OLI 120 Plus” é o resultado de cinco anos de investigação da empresa e integra a tecnologia de ponta da marca, nomeadamente as soluções patenteadas “Hidroboost” e “Azor Plus”.

O “Hidroboost” é um sistema autossuficiente que gera e armazena a energia a partir da água que enche o depósito do autoclismo, dispensando a ligação à rede elétrica ou a substituição de pilhas. A “Azor Plus” é uma torneira de bóia silenciosa e exclusiva de poupança de água com um sistema de abertura retardada.

A combinação das duas soluções, desenvolvidas no Gabinete de Investigação e Desenvolvimento da OLI, resulta num autoclismo único ao nível da eficiência hídrica e energética e da performance acústica.

Ao longo de uma semana, a líder ibérica na produção de autoclismos apresentará as novidades de banho, climatização e de drenagem e aproveitamento de águas pluviais a distribuidores, representantes e prescritores e promoverá ações de formação dirigidas a técnicos especializados.

 

Na “Semana Aberta” decorrem ainda visitas guiadas à fábrica, distinguida em 2012 com o Prémio Kaizen Lean, do Instituto Kaizen, na categoria “Excelência na Produtividade”, pelo aumento da produtividade e eficiência operacional.

 

Nos últimos cinco anos, a OLI investiu 10 milhões de euros em Investigação e Desenvolvimento. Pelo segundo ano consecutivo, é a empresa em Portugal que mais pedidos de patentes efetuou ao Instituto Europeu de Patentes. Atualmente, tem 40 patentes ativas.

 

 

Sobre a OLI:

A OLI é líder ibérica na produção de autoclismos e está sediada em Aveiro. Em 2014, registou um volume de negócios na ordem dos 57 milhões de euros. Atualmente, a empresa integra 400 colaboradores em Portugal e Itália. A fábrica trabalha ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana, e tem uma produção diária de cerca de 7800 autoclismos e 28 mil mecanismos que são exportados para 70 países dos cinco continentes. É a única empresa portuguesa a produzir autoclismos interiores. Em 2012 venceu o “Prémio Kaizen Lean”, do Instituto Kaizen, na categoria “Excelência na Produtividade” pela eficiência operacional. A distinção reconhece a melhoria contínua e a inovação dos processos da OLI que se tornou uma referência mundial e uma marca de excelência.[...]

Universidade Portucalense cresce 40%

As candidaturas às licenciaturas da Universidade Portucalense cresceram mais de 40%, em comparação com o ano letivo anterior.


Direito e Gestão continuam a liderar as preferências dos candidatos. A universidade estima um aumento da procura nos cursos de “Informática” e “Gestão e Sistemas de Informação”, quando o setor das tecnologias apresenta elevadas taxas de empregabilidade, e “Gestão da Hospitalidade”, que proporciona uma carreira de gestão nas áreas de Hotelaria e Restauração, Turismo no Espaço Rural, Unidades de Saúde e de Bem-Estar e Golfe e Lazer.


Em 29 anos de vida, a Universidade Portucalense diplomou mais de 18 mil estudantes em diversas áreas de conhecimento. A taxa de empregabilidade dos estudantes é superior à média nacional e resulta da qualidade e os métodos de ensino, da integração dos alunos em ambiente de trabalho, ao longo do curso, e a promoção do empreendedorismo, através de uma incubadora de empresas criadas por atuais e antigos alunos da universidade e uma unidade curricular presente em todas as licenciaturas.


A proximidade com o mercado de trabalho, o corpo docente qualificado, a investigação internacional, o plano de estudos com o conhecimento atualizado a nível mundial, como resposta às exigências locais, nacionais e internacionais, os serviços prestados e o ambiente académico diferenciam a Universidade Portucalense no ensino superior em Portugal.[...]

SIC conta a história da ALBA

A SIC foi conhecer a história da ALBA, fundada em 1921, em Albergaria-a-Velha, por Augusto Martins Pereira que aprendeu a arte da fundição em Boston, nos Estados Unidos da América.


A metalúrgica está no imaginário colectivo português, tendo mobilado jardins e parques de norte a sul do país, desde o início do século XX. Os bancos de jardim, os equipamentos de combate a incêndio e as tradicionais colunas de iluminação em ferro fundido da Alba estão instalados há 80 anos em cidades, vilas e aldeias de Portugal.


A empresa destacou-se ainda no desenvolvimento e produção de caixas e tampas de saneamento, válvulas e acessórios para redes de esgoto e de saneamento, fogões domésticos a lenha, a carvão e a gás, caloríferos a lenha e a carvão e louça em ferro e em alumínio. Hoje, mais de 30 mil moldes da Alba fazem hoje parte da história da indústria portuguesa.


A empresa destacou-se ainda pela Responsabilidade Social. Construiu dois hospitais, dois cineteatros, um lar de terceira idade, um bairro de renda económica com 50 casas, um jardim infantil e um infantário. Para além destes equipamentos, criou o Clube Desportivo Alba.[...]

OLI cresce 6% no primeiro semestre

A OLI, líder ibérica na produção de autoclismos, cresceu 6% no primeiro semestre de 2015, em comparação com o volume de negócios do período homólogo do ano passado.

Este comportamento foi impulsionado pelo aumento das exportações para a Europa e Médio Oriente. Os maiores crescimentos registaram-se na Alemanha (8%), mercado que representa 10% da faturação total, Jordânia (11%) e Israel (9%).

Destaque ainda para os resultados dos mercados do Médio Oriente, com a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos a registarem elevados aumentos de vendas, sobretudo ao nível das soluções mais inovadoras da marca. A taxa de exportação manteve-se nos 80%, com a OLI a ser comercializada em 60 países dos cinco continentes.

Em Portugal, a OLI cresceu 13%, o maior aumento registado nos últimos quatro anos. Este acréscimo foi impulsionado pela reabilitação urbana e pela renovação das infraestruturas do setor hoteleiro, orientadas pela adoção de soluções hidricamente sustentáveis que contribuam para a redução do consumo de água.

No segundo semestre, a OLI estima manter o ritmo de crescimento e encerrar o exercício com um aumento global de 10% face ao volume de negócios de 43 milhões de euros de 2014. Prevê-se que durante este período os Emirados Árabes intensifiquem a tendência de crescimento.

Ainda na segunda metade do ano, a OLI apresentará as últimas inovações da marca, no âmbito da semana aberta, em outubro, na sede em Aveiro.

Nos últimos cinco anos, a OLI investiu cerca de 10 milhões de euros em Investigação e Desenvolvimento. É pelo segundo ano consecutivo, a empresa em Portugal que mais pedidos de patentes efetuou ao Instituto Europeu de Patentes. Atualmente, possui 40 patentes ativas na Europa.

Diariamente, uma equipa de 20 colaboradores estuda, em conjunto, com universidades e centros de investigação soluções que asseguram o uso sustentado da água e a inclusão de pessoas com mobilidade reduzida no acesso às instalações sanitárias.

A competir na escala global, a OLI investe na inovação para acrescentar valor aos sistemas de instalação sanitária, através da incorporação de novas tecnologias e design.


Sobre a OLI:
A OLI é líder ibérica na produção de autoclismos. A empresa sediada em Aveiro trabalha ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana e emprega cerca de 360 colaboradores. Produz mensalmente cerca de meio milhão de produtos, nomeadamente autoclismos interiores e exteriores, placas de comando, torneiras de bóia e válvulas de descarga para autoclismos cerâmicos, que são exportados para mais de 60 países dos cinco continentes. Em 2012 venceu o “Prémio Kaizen Lean”, do Instituto Kaizen, na categoria “Excelência na Produtividade”, pelo aumento da produtividade e eficiência operacional. A distinção reconhece a melhoria contínua e a inovação dos processos da OLI que se tornou uma referência mundial na apresentação de soluções de banho inovadoras.[...]